Título Original: Signs/Gênero: Suspense/Duração: 107 minutos/Ano (EUA): 2002/ Direção: M. Night Shyamalan/Roteiro: M. Night Shyamalan/Produção: Frank Marshall, M. Night Shyamalan e Sam Mercer/Música: James Newton Howard/Fotografia: Tak Fujimoto/Direção de Arte: Keith P. Cunningham/Figurino: Ann Roth/Edição: Barbara Tulliver/Efeitos Especiais: Industrial Light & Magic
M. Night Shyamalan:
Começamos a filmagem dois dias depois do dia 11 de setembro, então nós e o mundo estávamos tentando lidar com a repercussão daquele evento e também que estávamos trabalhando em algo importante. Eu nunca tinha trabalhado com o Mel Gibson antes, e eu queria descontrair desde o começo e fazer uma das cenas mais importantes, senão a mais importante, já no primeiro dia; para terminarmos com isso, passar por esse processo e chegar ao âmago da coisa. Era uma filmagem noturna e eu tinha ido dormir muito tarde, para que meu corpo se acostumasse com a noite sem sofrer muito, então tentei dormir mas não pude porque estava muito ansioso, então levantei e olhei para as anotações que tínhamos preparado -porque nos preparamos muito para isso-, e fui para a floresta onde filmaríamos. Foi muito mágico quando começamos naquele dia, fizemos uma vigília a luz de velas antes de começarmos a filmar. Todos tinham uma vela. E começamos a chorar naquele ponto, mesmo antes de começar a filmar uma cena... onde um homem e uma mulher têm sua última conversa um com o outro antes dela morrer. O ar estava super carregado, e o Mel Gibson vem para o cenário vestindo sua roupa de pastor pela primeira vez, todos provavelmente lembrarão desse dia como um grande dia. Tecnicamente, em ordem cronológica, a primeira cena que acontece na vida dos personagens foi a primeira cena que filmamos, a morte da mãe, que tinha acontecido seis meses atrás. Mas o filme na verdade começa com o Mel acordando com uma má sensação sobre alguma coisa, e assim somos apresentados aos personagens um por um. Tendo em vista que tal flashback é mostrado em partes ao longo do filme, o vídeo postado na internet é uma compilação de todas essas partes, na ordem em que aparece no filme.
Os seguintes comentários/críticas foram transcritos do making of do filme “Sinais” (Signs, 2002), de M. Night Shyamalan.
Começamos a filmagem dois dias depois do dia 11 de setembro, então nós e o mundo estávamos tentando lidar com a repercussão daquele evento e também que estávamos trabalhando em algo importante. Eu nunca tinha trabalhado com o Mel Gibson antes, e eu queria descontrair desde o começo e fazer uma das cenas mais importantes, senão a mais importante, já no primeiro dia; para terminarmos com isso, passar por esse processo e chegar ao âmago da coisa. Era uma filmagem noturna e eu tinha ido dormir muito tarde, para que meu corpo se acostumasse com a noite sem sofrer muito, então tentei dormir mas não pude porque estava muito ansioso, então levantei e olhei para as anotações que tínhamos preparado -porque nos preparamos muito para isso-, e fui para a floresta onde filmaríamos. Foi muito mágico quando começamos naquele dia, fizemos uma vigília a luz de velas antes de começarmos a filmar. Todos tinham uma vela. E começamos a chorar naquele ponto, mesmo antes de começar a filmar uma cena... onde um homem e uma mulher têm sua última conversa um com o outro antes dela morrer. O ar estava super carregado, e o Mel Gibson vem para o cenário vestindo sua roupa de pastor pela primeira vez, todos provavelmente lembrarão desse dia como um grande dia. Tecnicamente, em ordem cronológica, a primeira cena que acontece na vida dos personagens foi a primeira cena que filmamos, a morte da mãe, que tinha acontecido seis meses atrás. Mas o filme na verdade começa com o Mel acordando com uma má sensação sobre alguma coisa, e assim somos apresentados aos personagens um por um. Tendo em vista que tal flashback é mostrado em partes ao longo do filme, o vídeo postado na internet é uma compilação de todas essas partes, na ordem em que aparece no filme.
Os seguintes comentários/críticas foram transcritos do making of do filme “Sinais” (Signs, 2002), de M. Night Shyamalan.
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