‘’Quando a nona sinfonia finalmente aparece, (apesar de uma cena ridícula onde o petulante Karl ridiculariza Ode To Joy em um sinal de maldade infantil latente), o poder da música transcende o roteiro e valida o gênio sob estudo. Então, na cena do filme, Beethoven é mostrado como sendo único com o universo, sua liberdade e imortalidade garantidas.’’
(FONTE Traduzido por Cássia Muginoski)