Mostrando postagens com marcador 03. Juliano Barilari. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 03. Juliano Barilari. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de agosto de 2007

LABIRINTO DO FAUNO

Título Original: El Laberinto del Fauno/Gênero: Suspense/Duração: 112 minutos/Ano (México / Espanha / EUA): 2006/Direção: Guillermo del Toro/Roteiro: Guillermo del Toro/Produção: Álvaro Augustín, Alfonso Cuarón, Bertha Navarro, Guillermo del Toro e Frida Torresblanco/Música: Javier Navarrete/Fotografia: Guillermo Navarro/Figurino: Lala Huete e Rocío Redondo/Edição: Bernat Vilaplana
Toda la película está narrada como un flashback. Al inicio del filme vemos a Ofelia muriéndose y una especie de cámara atrás que remite a la idea de rebobinado. Así pues, Fauno es una historia contada en flashback desde la música. Por eso escuchamos la nana cuando Ofelia se encuentra por primera vez con un hada, o cuando entra en el laberinto, porque en realidad ya la ha oído (Ofelia está recordando).
Del Toro frames "Pan's Labyrinth" as if it were a Brothers Grimm fairy tale, with a "Once Upon a Time"-style narrator. The film then unwinds in flashback, switching back and forth between the apparent "fantasy" and the reality of 1944 Spain. Despite that story-hour narration, Del Toro implies that the fairy tale is Ofelia's bulwark against Vidal's real world.

But, a true master of horror and fantasy, he presents Ofelia's underworld as if it were real too. (Maybe it is.)

FONTE e também FONTE1

CLOSER, PERTO DEMAIS

Título Original: Closer/Gênero: Drama/Duração: 100 minutos/Ano (EUA): 2004/Direção: Mike Nichols/Roteiro: Patrick Marber, baseado em peça teatral de Patrick Marber/Produção: Cary Brokaw, John Calley, Robert Fox, Mike Nichols e Scott Rudin/Fotografia: Stephen Goldblatt/Figurino: Ann Roth/Edição: John Bloom e Antonia Van Dermellan
The film is sparse in action and heavy on dialogue, and almost all of the dialogue comes from the four main characters. The film was billed as a romantic drama and, though a success, it took many people aback because of its explicit sexual dialogue. Characters frankly and aggressively discuss sex acts with one another; notably, the internet-exchange between Dan and Larry (with Dan posing as Anna) contains unusually graphic descriptions of sex acts. There is also a graphic discussion that takes place between Larry and Anna when he realises she is going to leave him for Dan: he forces her to relate the sex she has just had with Dan including a description of fellatio and orgasm. What Larry wants is for Anna to admit Dan is better than him in bed; when she finally does this, he stops, satisfied.

(Por Wikipedia em FONTE)

CARRIE, A ESTRANHA

Título Original: Carrie/Gênero: Terror/Duração: 98 minutos/Ano (EUA): 1976/Direção: Brian De Palma/Roteiro: Lawrence D. Cohen, baseado em livro de Stephen King/Produção: Brian De Palma e Paul Monash/Música: Pino Donaggio/Direção de Fotografia: Mario Tosi/Direção de Arte: Jack Fisk e Bill Kenney/Figurino: Rosanna Norton/Edição: Paul Hirsch


Foi pela falta de dinheiro que Stephen King escreveu um de seus melhores e mais famosos livros: Carrie, a estranha. Para compor esse complexo e interessante personagem, fundiu a personalidade de duas garotas que conheceu em sua adolescência. Uma que era o bode expiatório da turma e ia para o colégio sempre com a mesma roupa, sendo ridicularizada por todos; e a outra era sua vizinha, uma garota que não tinha muitos amigos e era chamada de estranha por ser, por influência da mãe, uma fanática religiosa, tendo em sua casa um gigantesco Jesus crucificado acima do sofá
[...] A versão para a tela grande é de apenas um ano depois, dado o estrondoso sucesso do livro, e dirigida por um de palma que era então conhecido somente por seu hitchcockiano "as irmãs diabólicas", na verdade um decalque de "festim diabólico". porém os traços característicos do diretor já estão lá: planos seqüência inacreditáveis, uso de split-screen, câmera lenta para sublinhar os momentos de tensão, etc.
Além de trabalhar com um contínuo suspense, o filme tem muitas cenas que misturam os mais diversos sentimentos. Como uma das seqüências iniciais, a da menstruação: a seqüência começa com muita delicadeza e suavidade, mostrando a brincadeira entre as meninas do colégio que estão muito felizes, e Carrie, com toda sua fragilidade e sensualidade se lavando. Mas em questão de minutos tudo se transforma no mais puro terror. Carrie menstrua e pensa que está morrendo de hemorragia, todas as outras garotas começam a humilhá-la sem pensar nas conseqüências. Até a professora primeiramente xinga Carrie, sem imaginar que ela, aos dezesseis anos, não sabe o que é menstruar. A partir daí o sangue passa a significar um grande tormento que acompanha Carrie, pois ela foi humilhada ao sangrar e a sua mãe diz que ele significa o pecado. Aí está um dos grandes motivos pela explosão de fúria no final do filme, pois o que é jogado em cima dela no baile é uma das coisas que ela mais odeia: sangue.
A seqüência na qual Carrie leva um banho de sangue de porco no baile de formatura é um primor: desde o instante em que o anfitrião anuncia que carrie e tommy foram escolhidos como o casal do baile até o momento do que o balde de sangue localizado em cima do palco cai sobre a cabeça de carrie, tudo transcorre em câmera lenta e a música oscila entre o sublime, quando carrie caminha em direção ao palco, e o estridente, quando são mostrados os estudantes escondidos que vão puxar a corda para derrubar o balde. graças à montagem exemplar, ficamos genuinamente tensos enquanto o maldito balde não cai logo na cabeça da personagem de spacek e, quando ele de fato cai e o pau come com carrie usando sua telecinese para se vingar de todos, o ritmo fica frenético, com as famosas cenas em split-screen e os assustadores closes em carrie banhada em sangue.
Apesar de ser um filme de 1976, Carrie continua sendo um dos filmes de terror mais vistos e apreciados. Nele é mostrado, o tempo inteiro, o que vai acontecer antes do fato se consumar, não fica tentando dar sustinhos baratos, e mesmo o espectador já sabendo o que vai acontecer, o suspense não perde nada de seu valor, porque cada cena passa um sentimento. Para aumentar ainda mais o clima de suspense, De Palma trabalha com uma trilha muito parecida com a usada por Hitchcock, tendo em várias cenas a famosa música da cena do chuveiro de Psicose (Psycho, 1960).Carrie acabou ganhando uma continuação, A Maldição de Carrie (The Rage: Carrie 2, 1999), que, mesmo por muita insistência dos produtores, Brian de Palma não aceitou dirigir; daí quem assumiu a direção foi Katt Shea (Um Acampamento Só para Garotos, 1992).

(Por Tiago Coelho em FONTE e Fabiano Morais em FONTE1)