Título Original: Beloved Immortal/Gênero: Drama/Duração: 123 minutos/Ano (EUA): 1994/Direção: Bernard Rose/Roteiro: Bernard Rose /Produção: Bruce Davey/Fotografia: Peter Suschitzky/Direção de Arte: Olga Rosenfelderova/Figurino: Maurizio Millenotti/Edição: Dan Era/Efeitos Especiais: The Computer Film Company
‘’Como escritor e diretor, Bernard Rose deve ser totalmente responsabilizado pela transformação da ficção em fatos reais em seu tratamento sobre a vida e os amores de Beethoven. Felizmente, a música, o desenho de produção de Jiri Hlupvs e a fotografia de Peter Suschitzkvs são de tão boa qualidade que o filme se torna válido de se ver mesmo que sua generosidade com a verdade esteja em grande contraste com o som magnífico e com as deslumbrantes imagens que enchem nossos ouvidos e olhos.’’
‘’Quando a nona sinfonia finalmente aparece, (apesar de uma cena ridícula onde o petulante Karl ridiculariza Ode To Joy em um sinal de maldade infantil latente), o poder da música transcende o roteiro e valida o gênio sob estudo. Então, na cena do filme, Beethoven é mostrado como sendo único com o universo, sua liberdade e imortalidade garantidas.’’
(FONTE Traduzido por Cássia Muginoski)
‘’Quando a nona sinfonia finalmente aparece, (apesar de uma cena ridícula onde o petulante Karl ridiculariza Ode To Joy em um sinal de maldade infantil latente), o poder da música transcende o roteiro e valida o gênio sob estudo. Então, na cena do filme, Beethoven é mostrado como sendo único com o universo, sua liberdade e imortalidade garantidas.’’
(FONTE Traduzido por Cássia Muginoski)
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