Título Original: Signs/Gênero: Suspense/Duração: 107 minutos/Ano (EUA): 2002/ Direção: M. Night Shyamalan/Roteiro: M. Night Shyamalan/Produção: Frank Marshall, M. Night Shyamalan e Sam Mercer/Música: James Newton Howard/Fotografia: Tak Fujimoto/Direção de Arte: Keith P. Cunningham/Figurino: Ann Roth/Edição: Barbara Tulliver/Efeitos Especiais: Industrial Light & Magic
M. Night Shyamalan:
Essa foi uma daquelas cenas que nos deixa sem fôlego, porque é uma das coisas que não se faz mais hoje em dia... escrever seis ou sete páginas de diálogo, sem nada acontecer, onde eles só conversam. Então a ação e os efeitos especiais é o diálogo e a atuação. E o Joaquin não gosta muito de ensaiar, então falávamos sobre o espírito da coisa. O grande discurso do Mel foi tão difícil de dizer, porque era “grupo A, grupo B, discurso número 1 e número 2”, e é bem confuso e longo e não sabíamos se funcionaria... então filmamos a parte do Joaquin primeiro, e ele foi ótimo. Quando nos viramos para filmar a parte do Mel, ele tinha que ir para a Casa Branca, para fazer um outro filme, sobre soldados, e eu disse à ele: “Não vamos fazer isso hoje. Voltaremos e faremos amanhã”. Mas ele disse: “Faremos essa cena agora”. Foi um grande momento, onde um ótimo artista inspirou outro ótimo artista, que me inspiraram, e todos ficaram inspirados. Quando ele levantou nos demos conta de por que ele é uma estrela.
Os seguintes comentários/críticas foram transcritos do making of do filme “Sinais” (Signs, 2002), de M. Night Shyamalan.
Essa foi uma daquelas cenas que nos deixa sem fôlego, porque é uma das coisas que não se faz mais hoje em dia... escrever seis ou sete páginas de diálogo, sem nada acontecer, onde eles só conversam. Então a ação e os efeitos especiais é o diálogo e a atuação. E o Joaquin não gosta muito de ensaiar, então falávamos sobre o espírito da coisa. O grande discurso do Mel foi tão difícil de dizer, porque era “grupo A, grupo B, discurso número 1 e número 2”, e é bem confuso e longo e não sabíamos se funcionaria... então filmamos a parte do Joaquin primeiro, e ele foi ótimo. Quando nos viramos para filmar a parte do Mel, ele tinha que ir para a Casa Branca, para fazer um outro filme, sobre soldados, e eu disse à ele: “Não vamos fazer isso hoje. Voltaremos e faremos amanhã”. Mas ele disse: “Faremos essa cena agora”. Foi um grande momento, onde um ótimo artista inspirou outro ótimo artista, que me inspiraram, e todos ficaram inspirados. Quando ele levantou nos demos conta de por que ele é uma estrela.
Os seguintes comentários/críticas foram transcritos do making of do filme “Sinais” (Signs, 2002), de M. Night Shyamalan.
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