sábado, 18 de agosto de 2007

MORANGOS SILVESTRES

Título Original: Smultronstället /Gênero: Drama/Duração: 91 minutos/Ano (Suécia): 1957/Direção: Ingmar Bergman /Roteiro: Ingmar Bergman /Produção: Allan Ekelund /Música: Erik Nordgren e Göte Lovén /Fotografia: Gunnar Fischer /Departamento de Arte: Karl-Arne Bergman /Edição: Oscar Rosander


Though I saw Wild Strawberries as a student at FTII, Pune, in the early 70s, the film has stayed with me ever since. Um dos elementos consistentes em todos os filmes de Bergman é uma jornada externa e interna. A jornada é uma metáfora central que ocorre em todos seus filmes. Em Morangos Silvestres também, quando o protagonista Isaac Borg encarrega-se de uma jornada externa até sua universidade para receber um doutorado honorário, simultaneamente ele também é retratado passando por uma jornada internada, que é uma reconsideração psicológica de seu sucesso. Bergman justapõe maravilhosamente a visão pessoal de Borg com sua visão sobre o mundo, que é sua falha na vida comparado a seu sucesso como médico. Esse tipo de habilidade era típica para Bergman. Enquanto o flashback é usado por muitos como uma técnica narrativa para separar o passado do presente, Bergman belamente embute o passado no presente deixando compreensível que a pessoa submetida ao flashback ainda está no presente.

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