Direção: Ingmar Bergman/Gênero: Drama/Duração: 93 minutos/ Ano (Suécia): 1953
Sequência de abertura de "Noites de Circo"
Fracasso e escândalo marcaram a recepção a um dos filmes mais viscerais de Bergman, definido por críticos como um “pesadelo expressionista”. A partir da seqüência de abertura, uma das mais belas de toda a obra de Bergman, com o flashback a mostrar o dia em que o palhaço (Ake Grönberg) foi humilhado por uma mulher (Harriet Andersson), o filme destaca uma idéia fixa, a grande obsessão bergmaniana: a paranóia de humilhação social. Nessa que é talvez a obra mais impiedosa do cineasta, todas as relações, especialmente as de amor, se degeneram em humilhação e jogo de poder.
Fracasso e escândalo marcaram a recepção a um dos filmes mais viscerais de Bergman, definido por críticos como um “pesadelo expressionista”. A partir da seqüência de abertura, uma das mais belas de toda a obra de Bergman, com o flashback a mostrar o dia em que o palhaço (Ake Grönberg) foi humilhado por uma mulher (Harriet Andersson), o filme destaca uma idéia fixa, a grande obsessão bergmaniana: a paranóia de humilhação social. Nessa que é talvez a obra mais impiedosa do cineasta, todas as relações, especialmente as de amor, se degeneram em humilhação e jogo de poder.
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